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O lucro não pode ser tudo

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Um bom exemplo partiu de uma tradicional loja de Caxias do Sul. Ao contrário dos empresários ávidos por lucros cada vez maiores, o Magnabosco, decidiu não abrir sua loja no domingo, perdendo vendas de um dia "gordo". O "gordo" nesse caso é para o lojista, pois o funcionário perde, e muito, com esse consumismo. É falsa a ideia de que isso irá gerar comissões maiores, que lojas abertas aos domingos trazem mais empregos e geram turismo. Essa balela é contada há muitos anos. Na legislatura passada chegou a ser apreciado na Câmara de Vereadores de Caxias um projeto de lei que proibia a abertura do comércio aos domingos. O projeto foi rejeitado por maioria dos vereadores. Vamos deixar bem claro que a abertura do comércio aos domingos é prejudicial para o trabalhador. Ele perde tempo com a família, perde tempo de lazer e em troca ganha uns trocados a mais. O comerciário é uma das categorias que mais sofre com jornadas de trabalho extenuantes. As longas jornadas de tr...

E o camelôdromo virou problema

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Se os 73 comerciantes que estão no camelôdromo tivessem aceito a proposta acordada pela prefeitura e pelo "interlocutor da categoria", Marcos Ruquert (que acabou não tendo legitimidade nenhuma para fechar algum acordo), eles estariam sendo removidos para um local escondindo e nenhuma polêmica teria sido criada. Como eles ousaram questionar a verdade estabelecida compraram uma guerra com os donos do poder tendo como seu principal porta voz o Jornal Pioneiro. Na edição de segunda feira o próprio editor chefe do jornal passou a linha editorial. Em resumo: o camelôdromo deve acabar. Os argumentos, que não são apenas do jornal, mas da elite econômica de Caxias falam de que vivemos hoje num momento de pleno emprego, que há cursos profissionalizantes para todo mundo e que vivemos uma realidade de pleno desenvolvimento (e eles ainda fazem campanha para o Serra?). Por todos esses motivos a razão de ser da economia informal teria se perdido e o camelôdromo deveria, na prática, fe...

Transferência do Camelódromo vira imbróglio

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Não se pode dizer que a Prefeitura está tentando mudar a localização do Camelódrono de última hora. O fato é que essa discussão começou ainda em janeiro desse ano. Essa ressalva tem que ser feita para entendermos o imbróglio que a prefeitura se meteu nesse final de ano. Primeiro houve conversa entre prefeitura e comerciantes. Porém, ao que parece, a representação dos "lojistas" não é tão legítima como achava que era. Depois de baterem o martelo na nova localização, 55 dos 60 comerciantes que ocupam o camelódromo assinaram um documento contrário a proposta, ou seja, quem participou da negociação representa só 10% dos representados. Segundo. As negociações foram feitas "na surdina". Se houvesse uma maior divulgação provavelmente o problema teria sido descoberto antes. O governo Sartori agiu sob seu ponto de vista de maneira correta. Como ele não gosta de discutir com o conjunto dos interessados nenhuma questão, o governo municipal empodera "representantes...

Alerta: Pagamento em cartão de crédito é igual a dinheiro

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O Polenta News foi alertado sobre as formas de pagamento da Feira do Livro desse ano. Os livreiros estariam dando 20% de desconto para pagamento em dinheiro ou cartão de débito e 15% de desconto para o pagamento em cartão de crédito. Apesar de pouca regulamentação sobre o tema, as resoluções do Ministério da Fazenda e dos órgãos de defesa do consumidor, afirmam que o pagamento por cartão de crédito deve ser igual ao em dinheiro ou em cheque, inclusive com os mesmos descontos nas compras à vista.  A leitora que nos fez essa reclamação disse que argumentou isso, p orém o vendedor disse que era orientação da organização da Feira.   Nós fizemos esse comentário em nosso perfil no Facebook e mais pessoas confirmaram a história. Nos comentários outra leitora contou que foi na Feira do Livro na terça-feira (9) e comprou em 3 bancas diferentes, com cartão de crédito, e todas aplicaram um desconto menor do que se fosse em dinheiro. Ela acabou aceitando o negócio pois queri...