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Governo tucano radicaliza e greve dos professores continua

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Acabou sem acordo a reunião realizada entre o governo do Paraná e representantes dos professores da rede pública estadual na tarde dessa terça feira (19). O governo do PSDB manteve a proposta de reajuste salarial de 5%, enquanto a categoria pede aumento de 8,17% para compensar a reposição da inflação. Os professores estaduais estão em greve desde o dia 25 de abril e afeta mais de 1 milhão de alunos. Antes da assembleia que decidiu pela manutenção da greve houve protestos em cerca de 30 cidades paranaenses. Em Curitiba foram cerca de 10 mil pessoas. Além dos professores os outros servidores estaduais ameçam entrar em greve nos próximos dias. Na Assembleia Legislativa, onde a maioria tem votado com Richa, os deputados também dizem estar no limite e cresce a tendência de se aprovar uma emenda ao projeto do Executivo que concede o aumento reivindicado pelos professores, de 8%, mesmo que seja inconstitucional e atrapalhe as contas do Estado. "A CCJ diz que é inconstitucional, ...

Professores não foram buscar o Piso no Tumelero

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O CPERS mobilizou os professores gaúchos para um protesto, na manhã de hoje (24). A manifestação começou na frente da Secretaria da Fazenda e continuou até o Palácio Piratini. A reivindicação dos professores era o pagamento do piso nacional do magistério, a contratação de novos professores e servidores para as escolas e melhorias no atendimento do IPE (Instituto de Previdência do Estado). Os professores gaúchos não foram até o Tumelero buscar o piso, como sugeriu na campanha o então candidato, e agora governador, José Ivo Sartori (PMDB). Em frente a Secretaria da Fazenda os manifestantes portavam cartazes com os dizeres: "Feltes (secretário da Fazenda) abre o cofre". A mobilização paralisou diversas escolas da capital. No interior também houveram atos semelhantes. Alguns foram em locais públicos outro foram nas próprias escolas. O governo do estado afirma que não tem como pagar o piso nacional do magistério. Além de não apresentar nenhuma proposta para atingir ...

Falta de professores é realidade nas Escolas Municipais de Caxias

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O Governo Alceu está conseguindo jogar na lama a histórica de luta do PDT em defesa da educação.  Desde o início do ano letivo a falta de professores em diversas escolas da rede pública municipal de Caxias do Sul é algo jamais visto na história desse município. Segundo o ofício circular  da Secretaria Municipal de Educação (SMED), no momento estão sendo oferecidas 40 vagas de Ampliação de Jornada (Hora Extra) para Área 1 (de 1º ao 5º ano) e 38 vagas para Ampliação de Jornada (Hora Extra) para Área 2 (de 6º ao 9º ano).  Apesar de haver um compromisso do Governo Municipal de não ocupar vagas reais (aquelas que não são licenças e portanto o profissional não voltará mais a ocupá-la) com Ampliação de Jornada, 33 destas 78 vagas oferecidas são reais.  Algumas escolas como a Professora Ilda Barazetti tem falta de 7 professores e já faz praticamente um mês que as aulas iniciaram. O prejuízo para os alunos é imenso e parece que a solução desse problema está lon...

Paulo Perico é o novo coordenador da 4ª CRE

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Foto:Karine Viana/Palácio Piratini Tomaram posse hoje os 30 titulares das Coordenadorias Regionais de Educação (CRE). A solenidade aconteceu na Secretaria de Educação com a presença do secretário, Vieira da Cunha (PDT) e dos coordenadores e adjustos das CRE. Em Caxias do Sul o novo coordenador é o professor Paulo Perico, militante histórico do PMDB, foi professor e sócio do Mutirão e diretor da FSG. A escolha de Perico além de reforçar a presença do PMDB numa secretária administrada pelo PDT demonstra a ausência de quadros pedetistas para cumprir a função. A maior parte dos militantes do PDT na área da educação estão na secretaria municipal de educação (que trocou praticamente todos os CCs que eram do PMDB por filiados ao PDT). Para além da disputa de espaço fica a preocupação da pouca experiência de Perico na educação pública. Querer aplicar o modelo de ensino particular na rede estadual é algo fadado a ineficiência. Um dos motivos é que o coordenador não tem essa atribuição. ...

Piso nacional do magistério é reajustado em 13%. Como ficará a situação no RS?

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Com certeza o governo Sartori não pagará o piso nacional do magistério. Seu secretário de educação, Vieira da Cunha (PDT), quando candidato a governador assinou compromisso que pagaria o piso. A luz dos primeiros decretos do governador é certo que o piso não será pago e os professores não poderão ir buscar ele nem no Tumelero. Mas ficam duas perguntas no ar que também são extremamente importantes: 1) Sartori reajustará o valor do completivo? 2) Sartori manterá a política de reajustes do salário do magistério começada pelo governo Tarso? A primeira pergunta é crucial. O completivo, atacado durante a campanha principalmente por Vieira da Cunha atinge, principalmente, os professores que ingressam na base do plano de carreira (professores que tem apenas o ensino médio). Esse valor evita que, em futuras disputas judiciais, os restos a pagar sejam significativamente menores. Com o decreto de Sartori congelando pagamento de fornecedores, nomeações e contratações por 180 dias, parece...

Termina um greve que nem começou

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Uma assembleia pouco representativa os poucos professores presentes resolveram, por maioria, terminar uma greve que já não tinha praticamente nenhuma adesão. A exemplo do que aconteceu na deliberação da paralisação onde uma parte significativa da assembleia votou contra a greve, dessa vez houve uma parcela que defendia a continuidade do movimento. Com pouca adesão nas escolas, a direção do CPERS tentou coptar um setor do Bloco de Lutas (que realizou as mobilizações em junho, em Porto Alegre), para garantir gente para os protestos. Alguns integrantes da atual direção já dizem que isso foi um erro, pois a radicalidade e o protagonismo desses novos aliados estaria fazendo com que o comando de greve perdesse o controle. Soma-se a isso o fato de um setor representativo da categoria já chama o movimento de "a menor greve da história do sindicato". Durante a assembleia Neiva Lazarroto, que é dirigente do CPERS e também do PSOL afirmou: "Não temos força suficiente ...

Revista Veja terá que indenizar professor de História de Porto Alegre

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Por veicular reportagem cujos fatos foram descontextualizados e distorcidos, a Editora Abril S/A e as jornalistas Mônica Weinberg e Camila Pereira terão que indenizar um Professor de História de Porto Alegre, em R$ 80 mil, de forma solidária. A decisão da 10ª Câmara Cível do TJRS confirma sentença de 1° Grau, mantendo também a obrigação dos réus de publicar na revista Veja o teor da decisão da Juíza Laura de Borba Maciel Fleck. Caso Professor de História do Colégio Anchieta, na Capital, ajuizou ação indenizatória por danos morais em desfavor da Editora Abril S/A e das jornalistas autoras da reportagem intitulada “Prontos para o Século XIX”, divulgada pela revista Veja nº 2074. De acordo com o autor, a publicação teve o objetivo de expor ao leitor, de forma irônica, que os educadores e as instituições de ensino incutem ideologias anacrônicas e preconceitos esquerdistas nos alunos. Ele destacou um trecho da publicação: “Cena muito parecida teve lugar em uma classe do Colégio A...