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Políticas públicas transformam realidade do país

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(clique na imagem para ampliar) Relatório destaca redução da desigualdade e avanços na saúde e educação A partir de dados estatísticos, o estudo “Indicadores de Desenvolvimento Brasileiro” demonstra a relação entre as políticas públicas brasileiras e a aceleração do desenvolvimento humano no país de 2001 a 2011. “O país apresentado por Josué de Castro em Geografia da Fome (mostrando que esse era um fenômeno cultural, impossível de ser revertido) hoje é o país da fome zero”, afirmou o representante residente no Brasil do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud/ONU), Jorge Chediek. O estudo foi realizado pelos Ministérios do Planejamento, Desenvolvimento Social, Educação e Saúde, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Pnud. “O Brasil é referência mundial no combate à pobreza e à desigualdade”, diz Chediek, no prefácio do trabalho. “A geração expressiva de empregos e o aumento dos salários impactam na economia cada vez mais inclusiva e na ascensão...

Brasil vem deixando a miséria para trás

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O Brasil vem superando uma de suas maiores mazelas, a miséria extrema. Isso é tão impactante que a Zero Hora fez uma reportagem especial sobre assunto em sua edição dominical (18/02). É claro que o jornal não se aprofundou nas razões desse fato, nem detalhou os números apresentados. Ficou apenas nas entrelinhas, mas vamos aqui abordar com mais profundidade esse movimento. O que é extrema pobreza? É considerado pobreza extrema quem recebe até R$ 70,00 per capita. Em 1995 11,21% dos brasileiros estava nessa condição. Em 2009 são apenas 5,17%, ou seja, houve uma redução de mais de 50% nessa faixa. Desde que o Bolsa Família foi criado, em 2004, e até 2009, 6,3 milhões de pessoas deixaram a pobreza extrema, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Ipea . Outro dado importante é dado pela Fundação Getúlio Vargas, FGV. Segunda a fundação 48,7 milhões de pessoas entraram nas classes A, B e C no Brasil, entre 2003 e 2011, um crescimento de 47,9%. Em resumo, durante o gov...