Em dezembro de 2014, após formar mais de 11 mil pessoas, o Trabalho 10 fecha suas portas. Os Formatura Trabalho 10 motivos são um tanto quanto obscuros e parece que não há entidades na cidade que topem levar o programa adiante. Lançado em 2002, ainda no Governo Pepe Vargas (PT), o Trabalho 10 possuía, no início, ligação com o Programa Fome Zero do Governo Federal. O Programa tem por objetivo dar formação profissional a pessoas carentes, e é exemplo de assistência social não paternalista. Ao longo de 12 anos de existência, foram oferecidos diversos cursos, como cabeleireiro, manicure, LID e metrologia, panificação, confeitaria, informática e garçom, dando a milhares de pessoas mais uma chance de se reerguer de um sistema que achata os pobres e não oferece a tão propagada igualdade de oportunidades. A Prefeitura, que sempre faturou em cima da entidade, apresentando-a como uma façanha dos Governos Sartori (o programa apareceu na propaganda eleitoral do PMDB ao Governo esta...
Por Vanessa Gil, Paula Cervelin Grassi, Raquel Duarte, Cíntia Barenho* O Brasil é um país formado por um histórico de imigrações. Primeiro a forçada, através da escravização de seres humanos vindos da África. Depois, por europeus que viam nesse país de dimensões continentais a possibilidade de uma vida longe da fome, da miséria e de todas as marcas da violência impostas pelo desemprego do século XIX e mais tarde por duas grandes guerras. Aqui no Rio Grande do Sul, por exemplo, para instalar os europeus que viriam substituir o trabalho escravo, os Kaingangs foram expulsos da região da Serra. Não foi um processo fácil para nenhum dos envolvidos. Ninguém atravessou o Atlântico porque gostava de papagaios. Atravessaram porque suas condições materiais assim exigiam. Encontraram um país que se estruturou sobre a escravidão e o foi o último a aboli-la. Aqui, trabalho era coisa de negro, e, por consequência, de pobre. Só uma coisa era menos nobre do que trabalhar, ser negro/a. Negro/a e...
Mais um caso de favorecimento de parentes de agentes públicos no Governo Sartori. Em Santa Lúcia do Piaí, quem está sendo privilegiada é a neta do subprefeito do distrito, o senhor Izino Silvestro. A neta trabalha junto com o avô desde 2011, atuando como estagiária da Subprefeitura de Santa Lúcia. Talvez você argumente: é apenas uma estagiária... Pois eu digo que tudo é uma questão de oportunidade. Se o subprefeito tivesse a oportunidade e a caneta na mão, nomearia a família inteira como cargo em comissão. O cargo de subprefeito é de confiança do Prefeito e, o mínimo que se poderia esperar é lisura e a impessoalidade na condução de suas atribuições. Aliás, impessoalidade é o que não existe nesse governo, vide outros casos de favorecimento na Secretaria de Turismo , na FAS e na Secretaria de Obras . É Sartori... Nepotismo de novo? Que feio!
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