quarta-feira, 31 de outubro de 2012

O assedio moral que se alastra pela prefeitura

Não é de hoje que as denúncias de assédio moral do Governo Sartori viram públicas. Às vezes vem travestidas de outros nomes . Outras vezes, os acontecimentos que atingem os trabalhadores, principalmente por parte das chefias sequer são identificados como assedio moral.

Na Secretaria de Trânsito, as denúncias de assedio moral e de militarização do setor são recorrentes. Servidores são perseguidos, principalmente os fiscais de trânsito. As decisões são tomadas de cima para baixo, sem diálogo, doa a quem doer.

A foto em destaque é de um servidor municipal fiscal de trânsito. Seu histórico de perseguição vem de muitos anos, ainda quando trabalhava na Brigada Militar. Trabalhando na fiscalização, não imaginaria que novamente seu algoz retornaria. Carlos Roberto Noll, Diretor de Trânsito da Secretaria, comete assedio contra os servidores, segundo o fiscal amordaçado.

O cartaz, com os dizeres "vozes sem eco", ilustram uma das conversas que o diretor teve com os fiscais, em que disse que eles, os servidores, são vozes sem eco, ou seja, podem se manifestar o quanto quiserem que não serão ouvidos.

É corajosa e ao mesmo tempo de triste constatação a atitude do servidor, que chegou à atitude extrema de expor a própria imagem frente ao descaso da administração com o tratamento dado por um CC aos servidores. E registre-se que não é um caso isolado.

A que ponto chegamos!

Um comentário:

  1. os servidores, são vozes sem eco, ou seja, podem se manifestar o quanto quiserem que não serão ouvidos - Frase que expressa muito bem o que sinto como servidora!

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