domingo, 24 de fevereiro de 2013

Vereador é criticado e perde a compostura

Como rescaldo da votação que manteve os vetos do prefeito Alceu Barbosa Velho (PDT) as mudanças na lei, propostas pela vereadora Denise Pessôa (PT) (leia aqui), sobraram críticas, na internet, para alguns vereadores, em especial para o vereador Rafael Bueno (PCdoB).

Por ser justamente um vereador jovem, que fez muita campanha entre os estudantes e ter sido do movimento estudantil, o principal alvo das críticas foi ao vereador comunista. Numa pesquisa rápida pelo Facebook encontramos várias postagem que citam o vereador, a maioria delas, com dezenas de comentários, todos contrário a sua atitude, e com dezenas de curtirs e compartilhamentos.

Em nenhum deles ele responde (apenas o vereador Jaison Barbosa/PDT comenta um deles), mas foi num onde seu nome não foi citado que ele perdeu a compostura. O jornalista Alberto Meneguzzi comentou que achava estranho que partidos que até outubro estavam na oposição, agora estavam no governo e que vereadores que se elegeram com o voto da juventude votassem contra os estudantes. Talvez por Meneguzzi ter uma influência pública maior foi nesse que ele respondeu e foi aí que perdeu a linha.

Ele escreveu: "Porque a lei já existe. Ou não? Já fui no Cristo Redentor/RJ, Ilha de Itamaracá projeto do Peixe boi, cinema, futebol, teatro e até na Maria Fumaça com minha carteira de estudante. O que querem fazer é demagogia. A lei existe em nível municipal desde 93, estadual 98... O que queriam fazer aqui em Caxias é pura politicagem e aparecerem de donos. Mas falcatruagem e demagogia não é comigo."

A partir daí mistura aumento de mensalidades da UCS, com Piso Nacional para os professores, fator previdenciário e mensalão, recheado de palavras que você não deveria deixar a sua avó ler, como diria o Paulo Henrique Amorim.

O vereador demonstra uma total falta de decoro, componente essencial para quem quer ser personalidade pública. E essa não é a primeira vez. Na terça feira, dia 18, ele criticou uma decisão do juiz Leoberto Narciso Brancher que indeferiu o pedido para as despesas médicas do menino Jackson Rafael Ferreira Bottim, ele disparou: “Que bom que não é com o seu filho”. Após a sessão os vereadores Edson da Rosa (PMDB) que é presidente da Câmara e Gustavo Toigo (PDT) líder do governo, chamara ele de canto e aconselharam que ele deveria maneirar no tom das crítícas. Ao que tudo indica o conselho não foi assimilado. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Somos responsáveis, mesmo que indiretamente, pelo conteúdo dos comentários. Portanto textos que contenham ofensas, palavrões ou acusações (sem o fornecimento de provas) serão removidos. Se quiser falar algo que necessite de anonimato use o email polentanews@gmail.com