quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Postão 24 horas "fazendo água"

Completado 5 anos no último dia 6 de setembro o Pronto Atendimento 24 horas, o Postão, apresenta graves problemas estruturais. Cada vez que chove os pacientes, na espera de atendimento, tem que disputar espaço com baldes ou, segundo alguns relatos, até abrir guarda chuvas.

O Pronto Atendimento foi uma das "grandes obras" feitas no primeiro governo Sartori (PMDB). Custou na época R$ 10 milhões (R$ 13 milhões em valor de hoje) e apresenta problemas desde o primeiro dia.

O primeiro problema foi que as ambulâncias quase não entravam na área que seria destinada a elas. São poucos centímetros que separam o teto dos veículos das vigas do prédio. Outra reclamação frequente são as goteiras e o cheiro de esgoto. Em fevereiro do ano passado já havíamos feito uma matéria sobre o assunto (veja aqui).

A solução do problema será a troca do telhado, que segundo a secretária de saúde, Dilma Tessari, está em fase de licitação. Enquanto a licitação não sai a solução vai ser colocar lonas no telhado para ameninar os efeitos causados pela chuva. Nos choca o descaso do poder público com o Postão. O problema não é recente e só agora, parece, que se busca uma solução para o problema.

A secretária admite que o prédio foi entregue com problemas estruturais. Inaugurado a "toque de caixa", nas vésperas de reeleição de Sartori, o Postão se mostrou mais uma obra eleitoreira do governo peemedebista. Uma obra que custou milhões de reais não houve o cuidado do poder público com a sua realização.

O vereador Mauro Pereira (PMDB), na sessão da Câmara de Vereadores, tentou defender o ex-prefeito dizendo que os problemas só foram diagnosticados depois. Bom só foram diagnosticados depois porque faltou fiscalização. Foi incompetência pura do governo municipal.

Ano que vem o Postão vai ser fechado para se transformar em uma UPA, com recursos do Governo Federal. O que precisamos ficar atentos é se a prefeitura, que é a executora da obra, vai, dessa vez, fiscalizar direito.

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