Samae recua, temporariamente, no corte de árvores do Parque da Imprensa

Depois da polêmica causada pelo início do corte de 58 árvores na área do Parque da Imprensa (veja aqui) o Samae desistiu, pelo menos por enquanto, de cortar os 40 exemplares que ainda faltavam.

O diretor-presidente do Samae, Edio Elói Frizzo (PSB), admitiu que o corte estaria suspenso, por um curto prazo, para que, juntamente com a Secretaria do Meio Ambiente fosse avaliada a necessidade do corte de algumas das árvores incluídas no total de 58.

A foto acima mostra, claramente, que a principal justificativa do Samae para o corte das árvores pode não ter sido a real.  Segundo Frizzo "as árvores soltam uma resina forte sobre o solo e os tanques e estaria prejudicando o tratamento de água".

Como vemos na imagem praticamente todas as árvores cortadas não ficavam próximas dos tanques de decantação, o que aumenta a suspeita que os reais motivos para o corte é outro. Outra questão é que nem engenheiros, nem biólogos ou qualquer outro servidor do Samae foi consultado sobre o corte. Tudo aponta que essa decisão foi tomada por um, ou uns, dos dezenas de Cargos de Confiança que povoam a autarquia praticamente sem função.

Daqui a pouco a poeira vai baixar e as outras árvores virão abaixo, a não ser que alguma autoridade intervenha.

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