quinta-feira, 18 de setembro de 2014

O Marrecas começou a funcionar, não parou, não voltou, ...

E o Marrecas foi reinaugurado (veja aqui).

E já parou de funcionar de novo.

É o que garante o vereador Rodrigo Beltrão (PT), que não é totalmente desmentido pelo diretor presidente do Samae, Eloi Frizzo (PSB).

Beltrão apontou duas questões, na sessão de terça-feira, da Câmara de Vereadores. A primeira constatação é que a coleta de água da barragem foi suspensa logo depois da solenidade de reinauguração. Outro questionamento do parlamentar seria que o reservatório situado ao lado da empresa Mundial, na Rota do Sol, teria sido construído em um nível muito baixo, impedindo que a distribuição da água chegasse, por gravidade, até os bairros Serrano, São Ciro e São Cristóvão. Se isso for verdade é um erro primário, mas não seria o único fato estranho que aconteceu em toda a história dessa obra.

O contraponto dos vereadores de situação, na sessão da Câmara, foram de um nível intelectual lastimável. O rebate, com alguma lucidez, acabou vindo do diretor presidente do Samae, que não negou o desligamento do sistema. Frizzo argumentou que como a demanda de água é muito inferior a oferta no reservatório (50 litros por segundo que saem para 200 litros por segundo que entram) o sistema foi desligado. O que demonstra que realmente ainda falta muito, mas muito para obra ficar pronta.

Quanto a construção do reservatório no lugar errado, Frizzo nem comentou.

O sempre bizarro, Mauro Pereira (PMDB), trouxe um galão de 20 litros de água do Marrecas. Diz ele que foi coletada no reservatório do Jardim das Hortências. Além de um gesto de propaganda absolutamente desnecessária, será que a água era mesmo do Marrecas?

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