quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Mais uma vez a classe médica dá o exemplo de compromisso com seu próprio bolso.

Esperamos que em Caxias não cheguem os "dedos de silicone",
usados em várias cidades para fraudar os relógios biométricos.
É notório que os médicos servidores municipais que atendem pelo SUS não cumprem a jornada estabelecida em sua contratação (geralmente de 20 horas). Agora, com a implantação dos relógios-ponto biométricos também nas UBS, a verdade ululante vem à tona: os médicos não cumprem sua jornada diária de trabalho. Eles não querem "bater ponto".Atendem "x" casos e vão embora. Inclusive, se o usuário for buscar receita de medicamentos de uso contínuo, o médico do posto contabiliza como atendimento realizado.

Os médicos não são servidores públicos como os outros. Eles não cumprem horário e não registram nem registrarão seu ponto. Revoltados com a situação, os demais servidores da saúde que trabalham nas UBS prometem também boicotar o relógio-ponto se o tratamento não for isonômico entre os funcionários. Já que é sabido que a Secretaria da Saúde passa a mão na cabeça dos médicos há muitos anos.

Por orientação do Sindicato Médico, os médicos estão se negando a registrar suas digitais. Mais uma vez Marlonei mostra que o Sindicato Médico dá exemplos de corrupção e "jeitinho brasileiro".

Infelizmente, fazemos uma análise generalizante. Sabemos que há exceções. Mas são raras. O Programa Mais Médicos do Governo Federal, que trouxe profissionais de outros países, veio em boa hora. Assim a população pode ter outro parâmetro de atendimento e os médicos daqui agora têm exemplo de como ser um profissional comprometido com a população e os nobres objetivos da profissão.

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