segunda-feira, 27 de abril de 2015

Veja ataca liberdade de expressão



Em sua edição online, a revista Veja tenta, mais uma vez, intimidar veículos de comunicação que não se submetem à sua cartilha editorial antidemocrática e, em muitos casos, contrária aos interesses nacionais.

No site de Veja.com, o post "Lava Jato segue a pista: dinheiro de propina para blogs governistas" aborda, com ares de escândalo, uma lícita e estritamente privada relação comercial.

Em setembro de 2014, a Jamp Engenheiros Associados, empresa ligada ao grupo Engevix, procurou a Editora 247 interessada na produção de conteúdo sobre a área de infraestrutura. Os serviços foram prestados, pagos e devidamente tributados, como em qualquer relação comercial.

Antes disso, Veja já havia tentado atacar a credibilidade do 247, associando-a um suposto bilhete do doleiro Alberto Youssef. Na verdade, o bilhete em questão é de um executivo da empresa de viagens e turismo Marsans, que negociou um projeto comercial com a Editora 247, que não chegou a ser executado (leia mais em "Nota do 247 sobre a calúnia de Augusto Nunes").

Assim como no episódio anterior, a tentativa de intimidação de Veja, mais uma vez, fracassará. O 247, que se consolidou como um dos maiores e mais influentes veículos de comunicação da internet brasileira, manterá sua linha editorial, independente, plural, democrática e combativa.

Toda documentação contratual relativa a essas legítimas relações comerciais se encontra disponível nos arquivos da Editora 247.

Essa atitude da revista Veja não nos causa estranhamento. Com o advento das novas tecnologias e das redes sociais, somada a escolha editorial de contratar o que tem de pior no jornalismo brasileiro, a publicação perdeu muito de sua influência. Em seu site ela pode vetar os comentários que não sejam favoráveis a suas matérias, mas quando ela cai na Facebook ou no Twitter a situação muda drasticamente. A Veja está perdendo leitores e anunciantes (é arriscado ligar sua marca a uma publicação que mente descaradamente). No desespero para salvar seu negócio eles partem para qualquer baixaria.

Com informações de Brasil 247

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