domingo, 13 de dezembro de 2015

"Mini-festação" de grupos anti-Dilma fracassam em todo o país


Sem apoio massivo da mídia e sem cobertura em tempo real da TV todos os atos organizados por grupos anti-Dilma resultaram em enormes fracassos de público, pois de crítica eles já eram.

Estavam marcados atos em 100 cidades, mas só em 60 os atos realmente aconteceram. Na maioria desses lugares o número de participantes não passou das 1000 pessoas e numa parte bem significativa eles ficaram abaixo dos 500. Somente em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Curitiba os atos foram um pouco expressivos.

Na soma total, todos os atos não alcançaram 50 mil participantes.

O desaquecimento dos protestos mostra que grande parte da população que antes apoiava esse movimento percebeu que na verdade ele é golpista.

Ao contrário de todos os movimentos reivindicatórios do mundo a "Revolta Coxinha" é o único caso em que o número de manifestantes diminui com o passar do tempo. Mobilizados a um ano e, em conjunto com a oposição, paralisando o país, os movimento anti-Dilma vem perdendo tamanho desde março. Os atos subsequentes de abril e agosto registraram números menores de participantes.

A falta de uma liderança que aglutine o movimento é evidente. O PSDB quer o impeachment, derrepente até apoia esses grupos, mas seus caciques não comparecem aos atos. Aécio Neves, por exemplo, não participou dos atos hoje.

O que sobra é a bizarrice. Talvez esse seja um dos motivos que as pessoas se afastam dessa gente. No meio dos atos é possível ver malucos com roupa camuflada pedindo o golpe militar, outros pedem a volta da democracia e também tem integrantes da ultradireitista TFP (Tradição, Família e Propriedade) sempre presente.

Há também as personalidades bizarras. Mulheres fazendo topless (duas foram presas hoje), um Batman e Alexandre Frota num impagável discurso dizendo que ele representa os artistas brasileiros.

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