Polentinhas: As contradições na aprovação do reajuste do magistério gaúcho

1 - Deputado Pedro Pereira (PSDB) em 2009: "Não são educadores. São baderneiros". Em 2012, aplaudido pelo CPERS, por ser contra o reajuste salarial;

2 - A direção do CPERS, majoritariamente do PSTU e do PSOL, preferiam reajuste nenhum a aprovação de um índice de 23%;

3 - Deputado Paulo Borges (DEM). Quando era base do governo Yeda defendeu a proposta da governadora de entrar na justiça contra o Piso Nacional para o Magistério. Ontem foi aplaudido pelo CPERS;

4 - Durante 8 anos a direção do sindicato pediu, primeiro o Fora Rigotto e depois o Fora Yeda. Ontem os parlamentares que eram base desses governos viraram seus principais aliados.

O que não é contradição é que, mesmo com a oposição ao governo Tarso se retirando do plenário, o reajuste de 23% para o magistério gaúcho foi aprovado. Esse é o maior reajuste conseguido por alguma categoria de trabalhadores. Dá para ser contra isso?

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