Em alusão ao deputado Marcos Feliciano (PSC-SP), homofóbico e rascista eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos, que disse que a Comissão era refém das minorias. Publicada originalmente no Blog do Kayser
Por Vanessa Gil, Paula Cervelin Grassi, Raquel Duarte, Cíntia Barenho* O Brasil é um país formado por um histórico de imigrações. Primeiro a forçada, através da escravização de seres humanos vindos da África. Depois, por europeus que viam nesse país de dimensões continentais a possibilidade de uma vida longe da fome, da miséria e de todas as marcas da violência impostas pelo desemprego do século XIX e mais tarde por duas grandes guerras. Aqui no Rio Grande do Sul, por exemplo, para instalar os europeus que viriam substituir o trabalho escravo, os Kaingangs foram expulsos da região da Serra. Não foi um processo fácil para nenhum dos envolvidos. Ninguém atravessou o Atlântico porque gostava de papagaios. Atravessaram porque suas condições materiais assim exigiam. Encontraram um país que se estruturou sobre a escravidão e o foi o último a aboli-la. Aqui, trabalho era coisa de negro, e, por consequência, de pobre. Só uma coisa era menos nobre do que trabalhar, ser negro/a. Negro/a e...
Caxias do Sul é uma das principais cidades que "recebem" imigrantes mundo afora. Há 140 anos, foram os imigrantes italianos, e ao longo desses anos, poloneses, alemães, franceses, espanhóis, português. Imigrantes do velho mundo: a Europa. Mas, antes dos 140 anos da imigração italiana, por aqui passaram, no chamado "Campo dos Bugres", padres jesuítas, "bandoleiros" da coroa portuguesa e espanhola, e outros, colonizando o Brasil e enfrentando os verdadeiros donos dessas terras: os índios. Não menos importantes, os negros descendentes da escravidão, também ajudaram a miscigenação dessa região e com seus braços ajudaram o desenvolvimento da serra gaúcha. Na história contemporânea, a migração de regiões como da fronteira e dos Campos de Cima da Serra são bastante frequentes. Caxias recebe cerca de 30 mil novas famílias/ ano dessas regiões. Nesse último período, a cidade vem convivendo com novos imigrantes, os haitianos, ganeses e senegaleses. Segun...
Mais um caso de favorecimento de parentes de agentes públicos no Governo Sartori. Em Santa Lúcia do Piaí, quem está sendo privilegiada é a neta do subprefeito do distrito, o senhor Izino Silvestro. A neta trabalha junto com o avô desde 2011, atuando como estagiária da Subprefeitura de Santa Lúcia. Talvez você argumente: é apenas uma estagiária... Pois eu digo que tudo é uma questão de oportunidade. Se o subprefeito tivesse a oportunidade e a caneta na mão, nomearia a família inteira como cargo em comissão. O cargo de subprefeito é de confiança do Prefeito e, o mínimo que se poderia esperar é lisura e a impessoalidade na condução de suas atribuições. Aliás, impessoalidade é o que não existe nesse governo, vide outros casos de favorecimento na Secretaria de Turismo , na FAS e na Secretaria de Obras . É Sartori... Nepotismo de novo? Que feio!
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