O calote político que os gaúchos estão levando e o calote econômico que Sartori está dando

Vamos enumerar alguns desses calotes:
- primeiro, a surpresa de que o Estado não ia bem financeiramente (novidade de mais de 20 anos);
- a sanção da aposentadoria especial dos deputados estaduais gaúchos, que poderão receber proventos acima do teto do INSS;
- os aumentos reais de salário para o governador, secretários e deputados;
- o corte de policiais nas ruas e estradas e a redução da tradicional Operação Golfinho;
- o corte do socorro aeromédico, enquanto Sartori viajava em helicóptero com UTI para um almoço privado no litoral;
- a interrupção dos repasses financeiros aos hospitais filantrópicos;
- a licitação para compra de lençóis e toalhas de luxo para o Palácio das Hortênsias
- a criação de um grupo que estuda a extinção de sociedades de economia mista, fundações e empresas estatais;
- a nomeação nepotista da primeira-dama ao cargo remunerado de Secretária Extraordinária do Gabinete de Políticas Sociais;
- a suspensão de pagamento para os médicos que atendem pelo Instituto de Previdência do Rio Grande do Sul (IPE);
- a redução de secretarias justificada pela redução de gastos que ainda não foram comprovados. Aliás, em cálculo rápido, houve aumento de gastos no primeiro escalão: Secretarias mais caras
O povo gaúcho ainda não sentiu, mas logo vai sentir as medidas de austeridade do novo governador. Principalmente, de início, nas áreas da saúde e segurança.
Mas se Sartori cumprir com a ameaça de que os salários dos servidores vão atrasar, o caos será generalizado!
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