Manifestantes estragam a “festa perfeita” da Globo
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O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, cumprimenta João Roberto Marinho durante sessão em homenagem à Globo |
Era para ter sido a festa perfeita. Funciona assim: a Globo recebe, “coincidentemente”, homenagem de dois deputados pelos 50 anos de sua existência. Deputados federais aos quais sempre poderá retribuir, com tempo de televisão.
Forma-se uma fila de parlamentares para falar bem da emissora.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, diz que os protestos devem ficar restritos à galeria — mas à galeria só tem acesso convidados.
Pronto: assim se monta o cenário para o Jornal Nacional.
Só que, desta vez, três manifestantes ligados ao Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação interromperam a festa.
Não puderam abrir a faixa, mas gritaram o slogan “A verdade é dura, a Rede Globo apoiou a ditadura”.
Chequem, que com certeza vai sair no JN, junto com os discursos.
“Se fosse em Cuba, isso não existiria”, bradou Heráclito Fortes, um dos maiores bajuladores da emissora no Congresso, enquanto a polícia parlamentar de prontidão retirava os três manifestantes.
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