Sem rumo Governo Sartori dá mais um calote
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Foto: Karine Viana/Palácio Piratini |
Mais de 100 dias depois de iniciado o governo, Sartori já deu calote nos fornecedores, nos hospitais filantrôpicos, cortou a contratação de 2500 policiais militares, civis e bombeiros e cortou em 40% as horas extras, inclusive as da Brigada, que fez sumir o policiamento das ruas.
Depois de fazer uma "caravana" pelo estado para explicar a situação financeira do executivo o governo não apresentou nenhuma medida concreta para enfrentar a crise, que foi o principal tema de debates da campanha. Até agora a única medida é o calote.
Em maio o drama continuará, e até ficará pior, pois passará a valer um reajuste salarial concedido à policia civil.
O calote da divida com a União, herdada no governo Britto (PMDB) pode gerar mais problemas para o estado do que soluções. Com a condição de inadimplente o governo federal fica proibido de fazer os repasses constitucionais ao estado, sob pena de responsabilização pelo Tribunal de Contas.
Sartori tenta afirmar que não é calote é adiamento do pagamento. "Não estamos suspendendo nem cancelando o pagamento de dívida e muito menos declarando moratório. Será única e exclusivamente neste mês", anunciou o governador.
Questionado se ele já havia informado a União sobre o atraso, já que Sartori esteve reunido com o Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ontem (23), o governador continuo seguindo seus estilo lacônico: "Tem coisas que a gente não fala publicamente tudo".
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