Vai dar no Jornal Nacional? Integrantes do TCU são denúnciados por delator da Lava Jato
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Nardes (à direita) abraça Cedraz durante a posse do
novo presidente do TCU, em dezembro passado
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A instituição que virou a queridinha das oposição e dos coxinhas em geral porque acenou com a possibilidade de rejeitar as contas da presidenta Dilma, está na mira de denúncias dos delatores da Lava Jato.
Em depoimento o empreeteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC, afirmou pagar uma mesada de R$ 50 mil ao filho do presidente do TCU, Aroldo Cedraz, em troca de informações privilegiadas. Se não bastasse isso, Tiago Cedraz foi contratado por R$ 1 milhão para atuar em um caso na Usina Angra 3, relacionado a uma licitação de obras de R$ 2 bilhões.
Parece que o investimento obteve retorno já que, no julgamento do mérito o pleno o tribunal votou pela continuidade da pré qualificação mesmo que a área técnica tenha recomendado a anulação definitiva.
Mas não fica por aí. O próprio relator do que se chamou de "pedaladas fiscais" , Augusto Nardes, também é alvo de denúncias. Se o STF não houvesse aniquilado a Operação Castelo de Areia que investigava denúncias de lavagem de dinherio e crime financeiro pela empreiteira Camargo Correa em 2009.
Em um dos casos, referente à obra de Eclusa do Tucuruí. Em um dos documentos aparece um "compromisso" de R$ 500 mil reais com Luiz Antonio Pagot, que era diretor do Departamento Nacional de Infraestrutua de Transportes, e com o PP de Nardes. Após esse "compromisso" Nardes muda seu voto e libera um aditivo de R$ 155 milhões para a Camargo Correa construir a eclusa.
Nardes chega ao TCE com ajuda de Luiz Henrique Bezerra, filho do ex-senador Valmir Campelo Bezerra (DEM/DF). Luiz auxiliou na sua eleição, em 2005, que na época a Câmara era presidida por um dos padrinhos políticos de Nardes, Severino Cavalcante (que foi eleito pelo "baixo clero" e renunciou devido a denuncias de que cobrava propina dos restaurantes da Câmara). Em seguida Nardes foi responsável por relatar um processo em que os auditores do tribunal apontavam um superfaturamento de R$ 184 milhões nas obras do Rodonael maior obra dos governos tucanos de São Paulo. Ninguém foi responsabilizado e tudo ficou por isso mesmo.
Em depoimento o empreeteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC, afirmou pagar uma mesada de R$ 50 mil ao filho do presidente do TCU, Aroldo Cedraz, em troca de informações privilegiadas. Se não bastasse isso, Tiago Cedraz foi contratado por R$ 1 milhão para atuar em um caso na Usina Angra 3, relacionado a uma licitação de obras de R$ 2 bilhões.
Parece que o investimento obteve retorno já que, no julgamento do mérito o pleno o tribunal votou pela continuidade da pré qualificação mesmo que a área técnica tenha recomendado a anulação definitiva.
Mas não fica por aí. O próprio relator do que se chamou de "pedaladas fiscais" , Augusto Nardes, também é alvo de denúncias. Se o STF não houvesse aniquilado a Operação Castelo de Areia que investigava denúncias de lavagem de dinherio e crime financeiro pela empreiteira Camargo Correa em 2009.
Em um dos casos, referente à obra de Eclusa do Tucuruí. Em um dos documentos aparece um "compromisso" de R$ 500 mil reais com Luiz Antonio Pagot, que era diretor do Departamento Nacional de Infraestrutua de Transportes, e com o PP de Nardes. Após esse "compromisso" Nardes muda seu voto e libera um aditivo de R$ 155 milhões para a Camargo Correa construir a eclusa.
Nardes chega ao TCE com ajuda de Luiz Henrique Bezerra, filho do ex-senador Valmir Campelo Bezerra (DEM/DF). Luiz auxiliou na sua eleição, em 2005, que na época a Câmara era presidida por um dos padrinhos políticos de Nardes, Severino Cavalcante (que foi eleito pelo "baixo clero" e renunciou devido a denuncias de que cobrava propina dos restaurantes da Câmara). Em seguida Nardes foi responsável por relatar um processo em que os auditores do tribunal apontavam um superfaturamento de R$ 184 milhões nas obras do Rodonael maior obra dos governos tucanos de São Paulo. Ninguém foi responsabilizado e tudo ficou por isso mesmo.
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