Além dos R$ 1,7 milhão para o DEM, o PR recebeu R$ 1 milhão, o PMN R$ 1,15 milhão e o PRTB R$ 1,15 milhão, totalizando R$ 5 milhões para evitar convocações. Ricardo Pessoa acabou depondo na CPI da Petrobras em Setembro. Sua oitiva não acrescentou nada e foi muito traquila Um dos delatores da Lava Jato, o diretor financeiro da UTC, Walmir Pinheiro Santana, detalhou à Procuradoria-Geral da República um acerto que teria sido feito em 2014 entre Ricardo Pessoa, dono da empreiteira, e o então senador Gim Argello (PTB-DF). Pelo acordo, o parlamentar atuaria para que Ricardo Pessoa não fosse chamado a depor na CPMI da Petrobrás. Em contrapartida, Ricardo Pessoa faria contribuições em favor de pessoas indicadas por Gim Argello. No total foram pagos R$ 1,7 milhão em favor do DEM; em favor do PR, R$ 1 milhão; em favor do PMN, R$ 1,15 milhão; em favor do PRTB, também foram pagos R$ 1,15 milhão, perfazendo um total de R$ 5 milhões. Segundo Walmir Santana, o acerto era ‘um tipo de blindage...