sexta-feira, 13 de março de 2015

Grupos pró-impeachment fracassam novamente em realizar atos antes do dia 15

Novamente o aquece dos grupos pró-impeachment acabou em fracasso de público. Como já havia acontecido em no dia 1º de março (10 pessoas em Caxias do Sul, 20 no Rio de Janeiro e 70 em São Paulo) e no dia 11 (10 pessoas em São Paulo) os dois protestos convocados ficaram praticamente vazios.

Em Brasília houve a convocação de uma carreata. Ela sairia da sede da Petrobras e iria até o Congresso. Ao todo apareceram 6 carros!

Mais emblemática, pelo seu potencial explosivo, o grupo Revoltados Online marcou para o mesmo lugar e na mesma hora que a manifestação chamada pelas centrais sindicais. Um acordo com a polícia militar paulista fez com que o grupo iniciasse a sua quando os outros manifestantes partissem. O lider do grupo, Marcello Reis, que vive da venda de kits pró impeachment, disse que torcia que acontecesse um confronto entre os dois grupos.

“Tomara que haja”, disse em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo Marcello Reis, um dos líderes da página, quando perguntado sobre a possibilidade de confronto. 

Porém Marcello ficou quase sozinho. Em um vídeo, postado na página do grupo, não aparecia mais de 40 pessoas, isso que a câmera fez uma panorâmica em todo o local. Em outro vídeo, mais tarde aparecem apenas 5 pessoas. Na foto, que ilustra essa matéria, pode-se ver meia dúzia de pessoas se escondendo da chuva. Enquanto isso mais de 50 mil pessoas participavam do ato contra o impeachment. 

O esvaziamento desses protestos está deixando a oposição com um pé atrás. Aécio Neves (PSDB) gravou um vídeo chamando as pessoas para participar no domingo, mas já adiantou que não irá no ato. Outro tucano, o governador do Paraná, Beto Richa, que chegou a convocar para o ato em Curitiba também não vai e emendou: "Fui coordenador da campanha de Aécio Neves [à Presidência] e fomos derrotados. Qualquer participação domingo pode parecer revanchismo". 

O receio das lideranças de oposição é que os atos tenham sido inflados no Facebook. Robôs virtuais, scripts e outros meios poderiam ter feito eventos terem milhares de confirmações. Mesmo com toda a discussão, que está acontecendo há 15 dias, há o receio de que nada disso seja muito real. 

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